
O ESG deixou de ser pauta exclusiva de grandes empresas e passou a atingir todos os setores, inclusive o futebol. Clubes hoje são marcas globais, movimentam grandes volumes financeiros, influenciam milhões de pessoas e impactam diretamente comunidades e territórios.
Isso coloca o futebol no centro da agenda de responsabilidade, governança e sustentabilidade.
Clubes operam sob alta visibilidade pública, forte vínculo emocional com torcedores e, historicamente, desafios de governança. Em 2026, esse contexto gera pressão crescente por transparência, profissionalização e coerência entre discurso e prática.
ESG no futebol não é tendência. É gestão de risco e criação de valor.
Consumo de energia em estádios, uso de água, emissões de viagens e geração de resíduos em dias de jogo exigem gestão responsável e dados claros. Sustentabilidade no futebol é operação, não marketing.
Clubes impactam torcedores, comunidades, atletas e categorias de base. Inclusão, combate à discriminação, saúde mental, acessibilidade e proteção de jovens atletas são temas centrais do pilar social.
Este é o maior desafio do setor. Conselhos estruturados, transparência financeira, compliance e gestão de riscos são fundamentais para atrair investidores, patrocinadores e manter credibilidade institucional.
Marcas e fundos já avaliam clubes sob critérios ESG. Governança frágil, riscos reputacionais e falta de dados afastam parcerias. Clubes com ESG estruturado ganham competitividade, confiança e sustentabilidade financeira.
Clubes de futebol são empresas, marcas e agentes sociais.E agora são cobrados como tal.
ESG no futebol é sobre longevidade, credibilidade e responsabilidade, dentro e fora de campo.
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Cecilia Romero
Co Founder, B.Right