
Durante anos, o discurso ESG foi usado como ferramenta de reputação. Promessas amplas, campanhas “verdes” e narrativas inspiradoras bastavam para construir imagem.Em 2026, esse modelo entra em colapso.
O mercado passa a operar sob uma nova lógica: comunicar menos e comprovar mais.
Órgãos reguladores, investidores e a sociedade civil ampliaram o nível de fiscalização sobre declarações ambientais, sociais e de governança.
O resultado:
Greenwashing deixou de ser apenas um risco de imagem.Virou risco regulatório e financeiro.
Em 2026, o público não se convence mais por slogans.Consumidores e investidores analisam:
Empresas que exageram na comunicação sem base perdem confiança.Confiança, hoje, é ativo estratégico.
Com o aumento da fiscalização, surge um novo fenômeno: greenhushing, quando empresas deixam de comunicar suas iniciativas sustentáveis por medo de críticas ou questionamentos.
O problema?Silenciar não resolve a falta de estrutura.A ausência de comunicação também gera desconfiança.
O desafio de 2026 não é falar mais nem falar menos.É falar melhor.
Comunicação responsável significa:
2026 marca uma virada clara:O ESG comunicável é aquele que é executável.
Empresas que estruturam ESG antes de comunicar constroem credibilidade, reduzem riscos e fortalecem sua reputação no longo prazo.
Sua comunicação ESG está alinhada à sua prática?Fale com a B.Right.
Cecilia Romero
Co Founder, B.Right